No entanto, ainda que a tipificação do crime seja um avanço, esbarramos no processo com o preconceito d@s operadores da lei e uma cultura machista e misógina que deslegitima e desconfia da voz das vítimas, muitas vezes culpabilizando-as pela violência sofrida. 

tirei daqui: http://www.catolicas.org.br/noticias/conteudo.asp?cod=3143